quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Projeto Grêmio Arena
















As empreiteiras Norberto Odebrecht e o consórcio TBZ-OAS basearam seus projetos no conceito desenvolvido pela empresa Amsterdam Arena Advisory.
A capacidade é de 51 mil torcedores.
De 3 a 12 de dezembro, os projetos estarão à disposição dos conselheiros.
A arena terá quatro anéis, um somente de camarotes.
Todos os assentos serão cobertos.
Os dois projetos prevêem 5 mil vagas para estacionamento.
Mil vagas serão cobertas no subsolo.
Serão 700 banheiros e 400 bares.
Serão 20 mil metros quadrados de área comercial, sendo 2 mil metros quadrados reservados ao Grêmio.
Durante 20 anos, a empresa vencedora terá participação em receitas geradas pela arena, como bilheterias, eventos, aluguéis e comercialização do nome.
As receitas de publicidade estática, e publicidade em camisetas e cotas de TV permanecerão com o Grêmio. Se a área escolhida for no bairro Humaitá, na zona norte da Capital, o terreno será adquirido pela empresa vencedora, mas será registrado em nome do Grêmio.
O consórcio TBZ-OAS, que prefere erguer a arena onde hoje é o Olímpico, estima o custo da obra em R$ 277 milhões e dois anos para conclusão.
A empreiteira Norberto Odebrecht, que apresenta projeto para construção no bairro Humaitá, calcula os custos em R$ 290 milhões e um prazo de três anos.
Segundo o consórcio TBZ-OAS, o complexo da arena, com shopping center, área comercial e centro de convenções, deve gerar renda anual de R$ 52 milhões. O consórcio propõe ficar com 35% do faturamento, repassando 65% ao Grêmio.
A Odebrecht prevê um faturamento de R$ 54 milhões. Propõe 47% para o Grêmio, ficando com 53%.
Mas o clube irá propor outra forma de negociação deste percentual.

Um comentário:

Anônimo disse...

Vai ser maravilhoso se sair do papel