sábado, 4 de agosto de 2007

São Paulo, só no nome


Após ouvir as declarações de João Paulo de Jesus Lopes, diretor de futebol do São Paulo, e da intenção do clube paulista de contar com a presença de um representante do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na partida do próximo domingo, Paulo Pelaipe, assessor do Grêmio, negou que esteja sendo preparado qualquer tipo de hostilidade para o confronto que será disputado no Olímpico.“As declarações que tenho dado são foram de ataque. Respeitamos a posição do São Paulo e não adianta querer criar clima porque o jogo será dentro de campo durante os 90 minutos”, afirmou o dirigente gaúcho.Sobre a cláusula que o São Paulo colocaria no contrato de Marcel, caso ele já estivesse liberado para atuar pelo Grêmio, para ele não enfrentar o seu ex-clube, Pelaipe também comenta.“Isso poderia ser feito se o jogador fosse deles. Mas o Marcel é do Benfica, que foi o clube quem emprestou o atleta para o Grêmio. Inclusive nós ressarcimos o São Paulo em R$ 190 mil pelo período que o jogador não estará mais emprestado a eles”, revelou o assessor ao insistir que Marcel já poderia ser usado por Mano Menezes se não fosse a má vontade são-paulina.“A única coisa que falta é a assinatura deles de liberação, pois o Benfica já enviou toda a documentação, nós temos uma cópia que nos foi enviada. Ele (João Paulo de Jesus Lopes) faltou com a verdade. Mas eles não querem mesmo é liberar, e o próprio treinador (Muricy Ramalho) disse que isso faz parte do jogo”, destacou Pelaipe.

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